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É sempre tempo de receber visitas

É sempre tempo de receber visitas Jane Maiolo “Pois se nem ainda podeis fazer as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras?” (LUCAS, capítulo 12, versículo 26.) Jesus na casa de Marta e Maria é uma passagem que consta nas citações do Evangelho de Lucas no capítulo 10, versículo 38. Na ocasião Jesus é recepcionado pelas irmãs de Lázaro, o ressuscitado, iniciando um momento prazeroso de conversação, seguido de grandes e preciosos ensinamentos. Importante a reflexão sobre a ansiedade e as escolhas que fazemos diariamente. Analisar alguns dados sobre o comportamento do homem contemporâneo e os reflexos da vida virtual na nossa saúde. A temática utilizada por Lucas:  Jesus na casa de Marta e Maria , traz também uma indicação sutil de como precisamos desenvolver hábitos saudáveis nos círculos de nossa convivência e como o evangelho meditado, sentido e vivenciado pode lançar luz sobre nossas escolhas. A figura de Marta simboliza a ação, agitação e o fazer...

A lição de Jesus fulge como um Sol sem crepúsculo (Jorge Hessen)

A  lição de Jesus fulge como um Sol sem crepúsculo (Jorge Hessen) Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com Brasília - DF Nos tempo apostólicos, o historiador judeu Flávio Josefo fez pequenina referência a Jesus no livro de sua autoria ”Antiguidades Judaicas”. Vejamos: " Hanan  [sumo sacerdote]  reúne o Sinedrim  [Sinédrio]  em conselho judiciário e faz comparecer perante ele o irmão de Jesus cognominado Cristo  [Tiago era o nome dele]  com alguns outros ". Mais adiante, Josefo registra : " Foi naquele tempo  [de Pilatos]  que apareceu Jesus, homem sábio, se é que, falando dele, podemos usar este termo -- homem. Pois ele fez coisas maravilhosas, e, para os que aceitam a verdade com prazer, foi um mestre. Atraiu a si muitos judeus, e também muitos gregos. Foi ele o Messias esperado  (...)"(1) Tácito, historiador romano (contemporâneo dos apóstolos) igualmente menciona Jesus. " Para destruir o boato  (que o acusava do incê...

A lição de Jesus fulge como um Sol sem crepúsculo (Jorge Hessen)

A lição de Jesus fulge como um Sol sem crepúsculo (Jorge Hessen) Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com Brasília - DF Nos tempo apostólicos, o historiador judeu Flávio Josefo fez pequenina referência a Jesus no livro de sua autoria ”Antiguidades Judaicas”. Vejamos: " Hanan [sumo sacerdote] reúne o Sinedrim [Sinédrio] em conselho judiciário e faz comparecer perante ele o irmão de Jesus cognominado Cristo [Tiago era o nome dele] com alguns outros ". Mais adiante, Josefo registra : " Foi naquele tempo [de Pilatos] que apareceu Jesus, homem sábio, se é que, falando dele, podemos usar este termo -- homem. Pois ele fez coisas maravilhosas, e, para os que aceitam a verdade com prazer, foi um mestre. Atraiu a si muitos judeus, e também muitos gregos. Foi ele o Messias esperado (...)"(1) Tácito, historiador romano (contemporâneo dos apóstolos) igualmente menciona Jesus. " Para destruir o boato (que o acusava do incêndio de Roma), Nero supôs culpado...

A morte não é senão um vocábulo sem nexo (Jorge Hessen)

A morte não é senão um vocábulo sem nexo (Jorge Hessen) Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com Brasília – DF Sobrevivendo à retórica dos que afirmam em alta voz que a Covid-19 é uma cilada ideológica, reafirmamos que estamos diante de um novo coronavírus que carrega consigo mais interrogações do que certezas, mormente para as pessoas com fatores de risco. Sou pai de uma filhona especial (não é Down), que é uma pérola preciosíssima para nós. Sei que no mundo inteiro há famílias de milhares de filhos especiais (pessoas com síndrome de Down) que estão vivendo dias de angústia pelos enigmas quanto aos efeitos da Covid-19 nos filhos especiais, além de mudanças drásticas no dia a dia de intensas terapias e ensinos por conta do isolamento social. É significativa a parcela de pessoas com síndrome de Down que já nasce com comprometimentos no coração, pulmão e sistema imunológico, e que desenvolvem diabetes e obesidade — observando que todas essas condições são fatores de risco p...

Para os mexeriqueiros de plantão (Jorge Hessen)

Para os mexeriqueiros de plantão (Jorge Hessen) Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com Brasília - DF Tiago anota em sua epístola “Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, fala mal da lei e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz.”[1] Ora, o fuxico espera a boa-fé para turvar-­lhe as águas e inutilizar­-lhe esforços justos. O mal não merece o laurel dos avisos sérios. Atribuir­-lhe muita importância nas atividades verbais é alagar-lhe a esfera de atuação. Emmanuel adverte que “falar mal” será render homenagem aos instintos inferiores e renunciar ao título de cooperador de Deus para ser crítico de suas obras. A maledicência é um tóxico sutil que pode conduzir o discípulo a imensos disparates. Quem sorva semelhante veneno é, acima de tudo, servo da tolice, mas sabemos, igualmente, que muitos desses tolos estão a um passo de grandes desventuras íntimas. [2] Quando se fala mal de algo ou de alguém para um cúmpl...

Deus é um imenso “inexistir”? (Jorge Hessen)

Deus é um imenso “inexistir”? (Jorge Hessen) Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com Brasília/DF Ora, quando refletimos sobre Deus e pensamos nele como “existente”, e ainda quando cremos que ele “existe”, nossa ideia dele não aumenta nem diminui. Científica e filosoficamente, Deus é impossível! Deus é um absurdo! No surto da Reductio ad absurdum, o bispo Anselmo afirmava que “Deus é aquilo maior do que o qual nada pode ser pensado ou o que é tal que não pode ser pensado algo maior.”[1] Cada filósofo, cada cientista tem uma visão diferente sobre a possibilidade da “existência” de um “Deus”. Albert Einstein afirmava crer na visão de Deus de acordo com o definido pelo filósofo Baruch Spinoza, na qual tudo e todos fazem parte da composição do Criador. O genial cientista refutava a possibilidade de um Deus individual ou antropomórfico e se definia como agnóstico, ou seja, reconhecia a possibilidade da “existência” de um Deus – por mais difícil que fosse descobrir se isso é verdade...

O bem-estar coletivo é mais importante do que o comportamento individual (Jorge Hessen)

O bem-estar coletivo é mais importante do que o comportamento individual (Jorge Hessen) Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com Brasília Há estudiosos que atestam que o SARS-CoV-2 se originou através de processos naturais. Os vírus não são organismos vivos, portanto,  não se pode matá-los com antibióticos, apenas se pode desintegrar sua estrutura com os diversos métodos higiênicos. O SARS-CoV-2 se expande com muita rapidez entre os humanos, por isso o isolamento social tem sido a solução admissível. Apesar de a longa quarentena ocasionar múltiplos efeitos colaterais, com agravos na economia e nos recursos financeiros para países, empresas e pessoas, até agora, esta é a principal medida exequível adotada por quase todos os países do planeta. Obviamente, as estratégias de confinamento não afiançam que a pandemia não ocorra em algum lugar, porém desacelera seu processo de expansão, ocasionando uma incidência menos drástica e mais gradual, permitindo que as instituições ...