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As casas Espíritas

  Domingos Cocco As recomendações de Allan Kardec sobre o Centro Espírita, inseridas no “O livro dos Médiuns”: Das sociedades propriamente ditas, e “Obras Póstumas”: Estabelecimento central, são para a atualidade. Casas pequenas e modestas, que facilite um bom desempenho. Pequenas: de fácil administração, menor número de freqüentadores facilitando na doutrinação. Diz Allan Kardec: “O Livro dos Médiuns”, cap. XXIX, item 334. (...) “A dificuldade, ainda grande, de reunir crescido número de elementos homogêneos deste ponto de vista, nos leva a dizer que, no interesse dos estudos e por bem da causa mesma, as reuniões espíritas devem tender antes à multiplicação de pequenos grupos, do que à constituição de grandes aglomerações. Esses grupos, correspondendo-se entre si, visitando-se, permutando observações, podem, desde já, formar o núcleo da grande família espírita, que um dia consorciará todas as opiniões e unirá os homens por um único sentimento: o da fraternidade, traz...

“Mediúnica” aberta ou fechada? (Jorge Hessen)

Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com Um leitor levanta um tema conveniente para elucidarmos. Descreve que frequenta várias casas com reuniões mediúnicas “abertas” (públicas). Acredita ser o modo correto. Embora com o passar dos anos tenha conhecido outras casas com as reuniões mediúnicas “fechadas” (privativas). Em face dele ler muito e observar, analisar, colher opiniões, sobretudo as que escrevemos para o Movimento Espírita Brasileiro, resolveu fazer a seguinte afirmativa: a quantidade de pessoas que passam a frequentar as casas espíritas após assistirem a comunicações do além “abertas” ao público é mais expressiva. Obviamente, sob o imperium da racionalidade espírita, não podemos concordar com a afirmativa desse nosso leitor, embora reconheçamos que ocorrem montões de convites às pessoas recém-chegadas ao centro para assistir e/ou frequentar as reuniões mediúnicas, o que representa uma extraordinária leviandade. Aliás, isso seria transformar o grupo mediúnico numa...

“Mediúnica” aberta ou fechada? (Jorge Hessen)

Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com Um leitor levanta um tema conveniente para elucidarmos. Descreve que frequenta várias casas com reuniões mediúnicas “abertas” (públicas). Acredita ser o modo correto. Embora com o passar dos anos tenha conhecido outras casas com as reuniões mediúnicas “fechadas” (privativas). Em face dele ler muito e observar, analisar, colher opiniões, sobretudo as que escrevemos para o Movimento Espírita Brasileiro, resolveu fazer a seguinte afirmativa: a quantidade de pessoas que passam a frequentar as casas espíritas após assistirem a comunicações do além “abertas” ao público é mais expressiva. Obviamente, sob o imperium da racionalidade espírita, não podemos concordar com a afirmativa desse nosso leitor, embora reconheçamos que ocorrem montões de convites às pessoas recém-chegadas ao centro para assistir e/ou frequentar as reuniões mediúnicas, o que representa uma extraordinária leviandade. Aliás, isso seria transformar o grupo mediúnico n...

Destino e a opção pelo caminho certo (Jorge Hessen)

Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com "Christiana, me prometa uma coisa. Aconteça o que acontecer na sua vida, nunca pare de caminhar", disse certa vez sua mãe, naqueles tempos miseráveis em que ela se chamava Christiana Mara Coelho. Sua primeira casa foi uma caverna no Parque Estadual do Biribiri, reserva natural próxima à cidade mineira de Diamantina. A segunda, uma favela de São Paulo. Mas quando ela tinha oito anos de idade foi levada para a Suécia pelos pais adotivos e passou a se chamar Christina Rickardsson. A história das duas vidas de Christina se tornou um best-seller na cena literária da Suécia, com título dedicado às palavras da mãe. Sluta Aldrig Gå (Nunca Pare de Caminhar), livro de estreia da autora brasileira que já não fala o português. Junto com o livro, Christina Rickardsson também realizou outro sonho: criar uma fundação de assistência a crianças carentes no Brasil, a Coelho Growth Foundation. A fundação já desenvolve projetos de assistência ...

AMOR E VIDA

Roberto Cury robcury@hotmail.com                                                 Inicio este artigo com uma história real acontecida ainda no século passado cujo texto retirei do site Momento Espírita. “Foi em mil novecentos e setenta e dois que um desastre aéreo ganhou repercussão internacional, tendo em vista o tamanho da tragédia. Uma equipe de jogadores de   rugbi   do Uruguai atravessava os Andes, com destino a Santiago do Chile, quando seu avião colidiu com uma montanha e caiu, dividindo-se em dois. Fernando Parrado era um desses atletas atingidos pelo acidente. Pouco antes de decolar, sabendo haver lugares vagos no voo, Fernando convidou sua mãe e sua irmã para o acompanharem na viagem. Quando aconteceu a queda, sua mãe mor...

AMOR, FORÇA CRIADORA.

Roberto Cury robcury@hotmail.com                                                                          Hoje inicio este trabalho contando uma pequena e significativa história que extraí do site Momento Espírita, publicado na internet . “ Um professor de sociologia mandou seus alunos aos bairros pobres da cidade de Baltimore, Estados Unidos, para realizar estudo s de casos individuais de 200 garotos, fazendo uma avaliação do futuro de cada um deles. Em todos os casos os estudantes fizeram a seguinte avaliação: "ele não tem a menor chance". Passados 25 anos, outro professor de Sociologia dedicou-se ao estudo realizado. Pediu que seus alunos efetuassem novos estudo s para verificar o que havia acontecido com aqueles garotos pobres. Os estudantes descobriram então que, com exceção d...

Caiu do avião, do paraquedas, do arranha céu e não faleceu – “milagre”? (Jorge Hessen)

Jorge Hessen  jorgehessen@gmail.com Só metade das pessoas que caem de uma altura de três andares sobrevivem. Se forem dez andares, quase ninguém resiste. Mas, incrivelmente, o equatoriano Alcides Moreno, um limpador de janelas de Nova York, sobreviveu a uma queda de 47 andares do edifício Solow Tower, em Manhattan, na manhã de 7 de dezembro de 2007. "É um milagre", disse Herbert Pardes, então presidente do Hospital Presbiteriano de Nova York, onde Alcides foi atendido. Os espíritas não acreditamos em “milagres”. [1]  Consideremos outros fatos mais assombrosos. James Boole, Nicholas Alkemade, Vesna Vulóvic e Alan Magee também desafiaram as leis naturais conhecidas pela ciência ao escaparem da “morte” física a quedas de alturas elevadíssimas.  James Boole saltou na Rússia do avião, seu paraquedas não funcionou e caiu sobre pedras cobertas de neve, a uma velocidade de 160 km/h – mesmo assim Boole não desencarnou, e apenas fraturou uma costela.  N...