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"Eu perdoo" (Jorge Hessen)

Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com Brasília DF Brryan Jackson foi deliberadamente infectado pelo vírus HIV, aos 11 meses de vida, por seu próprio pai - um técnico em hematologia que estava se separando da mãe de Brryan e estava preocupado com o pagamento de pensão. O episódio aconteceu durante uma internação hospitalar por causa de uma asma. O pai, Brian, aproveitou uma saída da mãe do quarto para injetar o vírus na corrente sanguínea do filho. Quando descobriram o que afetava o Brryan, já aos cinco anos de idade, os médicos lhe deram apenas cinco meses de vida. Os clínicos temiam não apenas os efeitos da doença, mas do coquetel de remédios que ele precisava tomar para tentar mantê-la sob controle. Atualmente, a rotina médica de Brryan Jackson já não envolve mais andar com sondas pelo corpo, como nos tempos de escola. As 23 pílulas diárias hoje são apenas uma, embora de três em três meses ele precise ir ao médico para checar seu sistema imunológico. A doença, obvi...

Felicidade está dentro de nós, e deve ser partilhada (Jorge Hessen)

Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com Brasília.DF A felicidade é uma atraente sensação que experimentamos de euforia, uma percepção vivaz; todavia ela não ocorre em condições contínuas e permanentes, porquanto felicidade não é o mesmo que euforia. Alguns procuram estados eufóricos sob efeito dos fármacos psicoativos. Em verdade, se a felicidade não for simples, se ela for ornada em excesso, inchada de coisas inúteis, nesse caso não é felicidade, é apenas ilusão. Nossa felicidade não se constrói com o aumento do salário, com o ganhar na loteria, com algum bem caro que possamos adquirir. Porém, muitos nos iludimos achando que a felicidade mora no ter, no possuir, no aparentar, no exibir. Todavia, a felicidade verdadeira e perene é simples e modesta. Há pessoas que creem que a felicidade é a posse de bens materiais. Dinheiro, realmente produz uma certa euforia, porém, muito rápida, muito momentânea, muito episódica, fugaz. O endinheirado entra em processo obsessivo de imaginar...

Os vícios e vampirismos espirituais (Jorge Hessen)

Jorge Hessen Brasília-DF jorgehessen@gmail.com Para o aprendiz dos nefastos vícios humanos, o ato de fumar ou beber são puramente simbólicos. Na adolescência arrazoa que não é mais o “filhinho” da mamãe, que é “durão”, um ousado aventureiro e não um démodé. À medida que o simbolismo psicológico submerge, a conseqüência farmacológica adota a gerência para conservar a usança.  Para o espírita, o vício de fumar ou de beber tem implicações muito graves, especialmente em face das repetidas advertências dos Benfeitores Espirituais, elucidando sobre os danos que causam à mediunidade, por exemplo. O médium, contaminado pelo tabagismo, transforma-se inteiramente numa espécie de "cachimbo" ou "piteira" nas vinculações dos fumantes crônicos do além-túmulo, e o viciado em alcoólicos torna-se mira de obsessão dos indigentes alcoolistas da dimensão espiritual. O viciado de qualquer matiz se torna cativo ante as garras insaciáveis do parasitismo ou do vampiris...

SER CRISTÃO HOJE. A LEI DO AMOR

Luiz Carlos Formiga Usei a palavra Amor em outras oportunidades. Em “Ciência com Amor”, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. (1)  Depois em “A Ciência do Amor”. (2) Hoje quero agradecer ao artista Fernando M. Correia. Se ele não existisse faria muita falta. Seu trabalho me deu e ainda dá momentos de alegria diante da beleza. É o belo produzindo o bem. Aconchego me lembra, com sua letra, a reencarnação. Aconchego  (*)  é música popular brasileira que emprega palavra de difícil tradução.  “ Estou de volta pro meu aconchego, trazendo na mala bastante  saudade , querendo um sorriso sincero, um abraço, para aliviar meu cansaço e toda essa minha vontade ...” Para falar de saudade temos que lembrar  “A Lei do Amor”. Este é titulo de novela neste outubro de 2016. Não é sobre a novela que desejo falar, mas do amor e do “conselho de mãe”. Sentindo desconforto físico, sem causa aparente, uma dorzinha que parecia se originar na alma recebeu rápido ...

Justiça Divina

Na pergunta n° 873 do “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec consulta aos Espíritos: O sentimento da justiça está em a natureza, ou é resultado de idéias adquiridas? Eles respondem: “Está de tal modo em a natureza, que vos revoltais à simples idéia de uma injustiça. É fora de dúvida que o progresso moral desenvolve esse sentimento, mas não o dá. Deus o pôs no coração do homem” (...) Este princípio Divino, este sentimento moral da justiça, leva-nos a considerar que Deus dá as mesmas possibilidades de crescimento a cada um de seus filhos, sem abrir nenhuma concessão a quem quer que seja, e que partimos todos do mesmo ponto, rumo ao nosso aperfeiçoamento intelecto-moral. É o que nos orientam os espíritos superiores na resposta n° 133, no mesmo livro: “Todos são criados simples e ignorantes e se instruem nas lutas e tribulações da vida corporal. Deus, que é justo, não podia fazer felizes a uns, sem fadigas e trabalhos, conseguintemente sem mérito.”  Segundo tal convic...

SUICÍDIO, “NÃO LAVE AS MÃOS”

Luiz Carlos Formiga Um auxiliar de Palocci, ministro da ex-presidente Dilma, tentou suicídio numa cela da Lava Jato, na República de Curitiba. (1) O que o leitor sentiria se encontrasse nas estatísticas de suicídio a maior frequência entre os espíritas? O planejamento suicida ocorre quando a pessoa organizou mentalmente estratégias sobre a forma com que irá tirar a própria vida. Espíritas fariam um planejamento assim? Diante de visíveis sinais de suicídio, o leitor procuraria ajuda comentando com outras pessoas o problema encontrado? O Evangelho Segundo o Espiritismo  (ESE), cap. X, item 21, diz  que "Se as imperfeições de uma pessoa só a ela prejudicam, nenhuma utilidade haverá em divulgá-la. Se, porém, podem acarretar prejuízo a terceiros, deve-se atender de preferência ao interesse do maior número. Segundo as circunstâncias, desmascarar a hipocrisia e a mentira pode constituir um dever." Mas, o suicida é um hipócrita? Quando é conveniente desvendar...

MISTIFICAÇÕES

Por Leonardo Paixão (*) “1ª As mistificações constituem um dos escolhos mais desagradáveis do espiritismo prático. Haverá meios de nos preservarmos deles?” “Parece-me que podeis achar a resposta em tudo quanto vos tem sido ensinado. Certamente que há para isso um meio simples: o de não pedirdes ao Espiritismo senão o que ele vos possa dar. Seu fim é o melhoramento moral da Humanidade; se não vos afastardes desse objetivo, jamais sereis enganados, porquanto não há duas maneiras de se compreender a verdadeira moral, a que todo homem de bom senso pode admitir” (KARDEC, Allan.  O Livro dos Médiuns . Segunda Parte, cap. XXVII, item 303, pergunta 1ª. FEB) . Problema com o qual haveremos sempre de nos deparar nas lides espíritas enquanto estivermos no nível moral que nos condiciona à estadia em um planeta de provas e expiações: a mistificação. No capítulo das obsessões ela envolve o grau de obsessão por fascinação, porém, é preciso separar mistificadores de mistificadore...