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OS “BAM BAM BANS”, INSIGNIFICANTES DE SEMPRE Jorge Hessen

Jorge Hessen Brasília/DF Pesquisa conduzida por psicólogos da Universidade da Califórnia, Davis, nos Estados Unidos e publicada no periódico Journal of Personality and Social Psychology, confirma a existência de pessoas com personalidade “desprezível” (arrogante). Os psicólogos desenvolveram um teste de personalidade envolvendo 960 voluntários que também tiveram que responder a testes relacionados à raiva, nojo, inveja, orgulho, perfeccionismo e narcisismo. Os pesquisadores acreditam que indivíduos arrogantes apresentam resquícios de narcisismo, psicopatia e maquiavelismo. Isso porque essas pessoas sempre veem os outros como piores (inferiores) e não têm problema em manipulá-los. Outros experimentos realizados pela mesma equipe sugerem ainda que as pessoas arrogantes têm mais tendência a serem racistas, além de serem péssimas influências nos relacionamentos. Os pesquisadores acreditam que esses sujeitos tendem a ter baixa autoestima e ansiedade. A arrogância pode...

A PRECE ALTERA OS DESÍGNIOS DE DEUS ? (Jorge Hessen)

Jorge Hessen Brasília/DF Recorda Kardec que a prece é recomendada por todos os Espíritos. Renunciar a ela é ignorar a bondade de Deus; é rejeitar para si mesmo a sua assistência; e para os outros, o bem que se poderia fazer. [1] O Cristo instruiu: “por isso vos digo: todas as coisas que vós pedirdes orando, crede que as haveis de ter, e que assim vos sucederão.” [2] A prece se reveste de características especiais, pois a par da medicação ordinária, elaborada pela Ciência, o magnetismo nos dá a conhecer o poder da ação fluídica e o Espiritismo nos revela outra força poderosa na mediunidade curativa e a influência da oração. O Codificador, ao emitir seus comentários na questão 662 de O Livro dos Espíritos, afirma que “o pensamento e a vontade representam em nós um poder de ação que alcança muito além dos limites da nossa esfera corporal. A rigor, a eletricidade é energia dinâmica; o magnetismo é energia estática; o pensamento é força eletromagnética.” [3] A imprensa tem ...

INCESTO E SEXUALIDADE DIANTE DOS MITOS E A REALIDADE (Jorge Hessen)

Jorge Hessen  Brasília/DF  Conta a mitologia grega que Jocasta foi filha de Menocenes e mulher de Laio, rei de Tebas, com quem teve um filho, Édipo. Pela previsão do oráculo, Édipo quando crescesse seria um perigo para a vida de Laio. Abandonado, Édipo foi deixado pelo pai numa floresta para morrer. Sendo salvo por um pastor, acaba por cumprir o que lhe estava destinado. Já adulto, numa viagem, mata Laio, o seu pai, e desposa Jocasta, a sua mãe, sem, no entanto, saber de quem se tratam. Quando da consulta do oráculo, por ocasião de uma peste, Jocasta e Édipo descobrem que são mãe e filho. Ela suicida-se e ele fura os próprios olhos por ter estado cego e não ter reconhecido a própria mãe. Édipo e Jocasta tiveram 4 filhos, Antígona, Ismênia, Etéocles e Polinice.  Ao ensejo, reproduzo aqui uma real e delirante história anunciada pelo jornal inglês Daily Mail e que vem provocando controvérsia na mídia internacional por tocar no assunto muito penoso: o...

ATLETAS: DEFICIÊNCIAS, PROVAS E SUPERAÇÕES

Luiz Carlos Formiga No Brasil o “Direito ao esquecimento”, é tratado como o direito à privacidade, intimidade e honra assegurada pela Constituição Federal de 1988 em seu art. 5º inciso X e pelo código civil de 2002, por meio de seu art. 21. Poucos o conhecem, sendo novo nos tribunais. O direito fundamental de ser esquecido vai além da possibilidade de esquecer o que se passou e desemboca na proteção da dignidade humana. Ele visa não permitir que a privacidade da pessoa seja invadida. Isto porque fatos ocorridos no passado podem ser expostos na mídia social, contrariando a vontade daquele que gostaria de vê-lo esquecido, por toda a sociedade. Hoje vou me socorrer com o “direito ao não esquecimento” daqueles fatos que podem ser úteis em estudos e ainda como “modelos de superação”. Entre nós, não podemos esquecer o ano de 1960, pois foi no dia  18 de novembro deste ano, que Éder Jofre venceu Eloy Sanchez por nocaute no sexto "round", no Olympic Auditorium, em Lo...

BULLYING UMA PESTE PSICOSSOCIAL Jorge Hessen

Jorge Hessen Brasília-DF O Colégio Holy Angels Catholic Academy, em Nova York, Estados Unidos não tomou nenhuma providência contra o bullying [1] que Daniel Fitzpatrick, um aluno de 13 anos, estava sofrendo. Resultado! Daniel acabou se suicidando. Deixou uma carta de despedida e dentre outros bramidos de dor moral escreveu: "Eu desisto"! Disse ainda que os seus colegas da escola o atormentavam há muito tempo e a direção do colégio não fazia nada a respeito, mesmo após ele e os seus pais terem feito uma reclamação formal. A resposta do Holy Angels teria sido "Calma tudo vai ficar bem. É só uma fase, vai passar".[2] O pai de Daniel Fitzpatrick resolveu não esconder a tragédia pessoal do seu filho, inclusive a carta de suicídio e a sua foto, justamente para que casos assim não voltem a acontecer. Disse o pai que nenhuma criança deveria passar pelo que o seu filho passou. A mãe de Daniel revelou que as crianças o xingavam de diversos nomes dentro da sala de...

O MEDALHISTA DE “OURO” DA INVEJA (Jorge Hessen)

Vanderlei Cordeiro de Lima rumo à pira olímpica  Jorge Hessen Brasília-DF Em face do histórico colapso econômico e político brasileiro, creio que esta não tenha sido a melhor ocasião para a realização dos Jogos Olímpicos no Brasil. Reconheço que a festa da abertura foi espetaculosa, talvez uma das mais “coloridas”. Mas quero meditar um pouco sobre o fantasma da inveja de um olímpico (parece que não tem nada a ver) porém, vejamos abaixo.  Há 12 anos a saga do maratonista brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, que liderava , à época, a maratona da Olimpíada da Atenas em 2004, quando a 6 quilômetros da chegada, Cornelius Horan, um ex-padre irlandês, ultrapassou as faixas de segurança e agarrou-o conduzindo o atleta para a lateral da pista. Atordoado, Vanderlei conseguiu se recuperar e terminar a corrida, mas por causa dessa interrupção, em vez do plausível “ouro” naquele dia no pódio recebeu a medalha de bronze. Logicamente o imprevisto episódio ganhou destaque...

Resultado da pescaria

 Jane Maiolo (*) “Não é bom tirar o pão dos filhos e lançá-los aos cachorrinhos.”[1] No ano de 1943, o médium mineiro Francisco Cândido Xavier, escrevia um cartão postal endereçado ao companheiro e então  presidente da Federação Espírita Brasileira Wantil de Freitas, rogando auxilio no controle doutrinário de suas produções mediúnicas.Chico escrevia assim:  “(...) Façamos de conta que eu sou um pescador, no dizer de um Espírito amigo. Hei de enviar-te sempre o resultado da pescaria, e examinares o material, antes de ir ao  mercado, não é? Lançarás apenas o que achares de utilidade. (...)”[2]             Há tempos venho notando no Movimento Espírita um crescer de obras mediúnicas ou não,livros proliferando,editoras surgindo repentinamente, enfim, um grande movimento das letras! É preciso ter cuidado e coerência doutrinária com as obras que estão sendo oferecidas para os  nossos leitor...