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CURSO DE FORMAÇÃO E RECICLAGEM DE PASSISTAS

REUNIÕES PÚBLICAS DO MÊS DE OUTUBRO

“SELINHOS” MUITAS VIDAS E MULTIPLOS CONFLITOS NAS AFINIDADES PARENTAIS (Jorge Hessen )

Jorge Hessen coleção-de-livros-e-books-gratuitos A médica Charlotte Reznick vem causando polêmica entre pais ao sugerir que eles evitem dar “selinho” em seus filhos. De acordo com ela, essa é uma demonstração de afeto "erotizante" e pode confundir a criança.  Para Charlotte a boca é uma zona erógena do corpo e, assim, as crianças podem associar o beijo com atividades românticas e sexuais entre os pais. [1]A opinião da médica foi criticada e combatida por outros médicos e psicólogos, como Sally-Anne McComarck que afirma ser impossível um “selinho” confundir a cabeça dos filhos. Se fosse assim , profere McComarck, a amamentação traria mais confusão. Aliás, em 2013, Mayim Bialik, que interpreta a cientista Amy Farrah Fowler na série The Big Bang Theory , foi duramente criticada por uma foto em que aparece amamentando o filho de três anos no metrô de Nova York. Apesar de afirmar sentir falta de amamentar o filho, a atriz celebrou o momento em que o filho escolheu desm...

Espiritismo, Suicídio e Usuários de Substâncias de Abuso.

Luiz Carlos Formiga Em 1994 surgiu o “Programa de Prevenção de Suicídio Fita Amarela”, que se tornou internacional, 47 países. A data de 10 de setembro tornou-se o dia mundial de prevenção, pois falar de suicídio pode salvar vidas. Num Hospital Universitário, pesquisadores encontraram a taxa de 83,6 na faixa etária de 10-49 anos. Portadores de transtorno mental e usuários de substâncias de abuso eram 50,9%. http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2015/09/o-suicidio-e-esperanca-em-cristo.html A maior parte das comunidades terapêuticas é mantida por comunidades religiosas. Hoje há um maior numero de pesquisas e discussões acadêmicas sobre a relação entre religião, espiritualidade e saúde mental. Investigações passaram a demonstrar que pessoas religiosas não eram sempre neuróticas ou instáveis. Indivíduos com fé religiosa profunda na realidade pareciam lidar melhor com estresses da vida. Recuperavam-se mais rapidamente de depressão, apresentando menos ansiedade e outras ...

IDENTIDADES DO UNIVERSO ORANTE

Margarida Azevedo Ao tempo de Jesus, o Judaísmo não tinha um centro de ortodoxia. O próprio Templo não era um centro unificador ideológico. A ele convergiam os grupos mais diversos, tais como baptistas, zelotas, farizeus, aos quais se juntou um novo grupo, os cristãos. Para além das abordagens teológicas que caracterizavam cada grupo, face à Lei e aos profetas, bem como as singularidas ritualísticas entre si (os banhos rituais entre os essénios, por exemplo), o modo de orar era um elemento identitário característico. Orar com os essénios não era o mesmo que com os zelotas. Este elemento, porém, não caracteriza o orante quanto ao “ quem é ”, mas quanto ao “ como é ”. “Diz-me com quem oras, dir-te-ei como és”, isto significa que o modo de orar é identitário da espiritualidade do orador. Dito de outro modo, “Com quem oro é como eu sou”: essénio, zelota, cristão, etc. Ao “quem é” responde-se: “É X, o filho de Y; “É A, mulher dos filhos de C”; “É D, da localidade Z”. Há o...

Suicídio e Resiliência (*)

Luiz Carlos Formiga O suicídio é problema de saúde relevante e uma das principais causas de morte, que se pode prevenir (1). Diante da tese da reencarnação, perguntamos como se refletirá no espírito uma lesão cerebral causada pelo suicídio? Por que pessoas que passam por situações difíceis de suportar não pensam nele, enquanto outras se matam depois de aborrecimentos ligeiros? A grande diferença é que as pessoas resistentes conseguiram encontrar algum sentido no sofrimento e usam sua inteligência para o bem de todos. Tivemos um amigo que ficou órfão cedo. Jovem foi contaminado pelo M. leprae, o que lhe rendeu sofrimentos, mas viveu muitos anos (2). Sentimos saudades de sua voz declamando no Centro Espírita: “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e o Cristo te esclarecerá”(3). O Espírito na sua “delação premiada” demonstrava a herança acumulada. Ela seria considerada pelos geneticistas do plano espiritual para que tivesse a melhor provação corporal...

O SUICÍDIO. A PREVENÇÃO E O CENTRO ESPÍRITA.

Luiz Carlos Formiga Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. Allan Kardec. Manhã, 23 de setembro de 2015. Após executar o trabalho de “auxiliar de assuntos gerais domésticos” abrimos o Evangelho Segundo o Espiritismo (OESE), “Os órfãos” (1). À noite faremos estudo no Centro Espírita (*). Minutos antes liguei o computador, encontrei a notícia de um Seminário Internacional sobre suicídio, no Rio de Janeiro, RJ. Aconteceu dia 11. Fiquei “furioso”. Como sou mal informado! No capítulo XIII do OESE, o item 18, nos fala sobre os órfãos. Lembrei Anália Franco (2). No início, emociona: “Meus irmãos, amai os órfãos; se soubésseis quanto é triste ser só e abandonado, sobretudo na infância!” Por que permite Deus que haja órfãos? Será que a criança que socorremos já nos foi cara numa outra encarnação? Este SOS seria um simples dever se nos lembrássemos desta outra encarnação?  Reencarnação, check-in, é palavra chave no “Consolador Prometido” (3)...